sexta-feira, 21 de março de 2014

DOR.
Fraca, forte, porreta. Dor tão intensa que é necessário andar com um par de muletas.
Que dor é essa? Será que é só dor de cabeça?
Improvável, essa dor invisível não é remediável, a dor do pensamento tão louco de saudades e teorias sobre o mundo que aproveita-se de lágrimas e amizades para se libertar. Um salve para todos os ouvintes e leitores que dedicam uma parte do seu tempo em prestar atenção (mesmo que pouco) no próximo, sendo cada um a penicilina que irá aliviar.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Alegria de viver

Corra, chute, pule, brinque, brigue, chore, acompanhe. 
Cada fragmento do seu dia, bom ou ruim, deve (ou deveria) ser aproveitado da melhor maneira possível por uma pessoa muito importante, você mesmo. 
Então, se anda reclamando que seu dia não tem graça, que não tem ninguém que faz a alegria da galera no seu convívio social, seja esta pessoa, faça as pessoas rirem, por que assim você sorri também. 
Ainda não conheço melhor remédio que o riso (não seja politicamente correto ao ler isso), então, SORRIA.

A linha

Equívocos tecidos em conjunto ao cotidiano.
O futuro tão subconscientemente consciente.
Presente (de grego) já resignado.
Se já sabe o fim, qual a ansiedade gerada pelo meio?
Pelo medo.

A vitória, assustadora e inesperada.
O fracasso, já previsto (e acolhido).
Nascer. Crescer. Obedecer. Respirar.
Por fim, a terra.

A linha tênue entre o ser e o fluir.
Perder-se na multidão (um hábito).
Encontrar-se no esconderijo (em reflexão).
Viver no aguardo dos créditos finais. - Isabella Lorenzi


“Tem muita gente morta que pensa que está viva vivendo a doce ilusão de achar que não morreu.” 

Subliminaridade Espetacular

.oditrevni otxet selpmis um ed edadixelpmoc ad ohnamat o moc sodamsiba mairacif ,esdadilibissop as sadot messagrexne somsem setse ,es siop ,rev eugesnoc ele euq oliuqad assap oãn odnum o euq ahca meuq é omsem ocuoL