DOR.
Fraca, forte, porreta. Dor tão intensa que é necessário andar com um par de muletas.
Que dor é essa? Será que é só dor de cabeça?
Improvável, essa dor invisível não é remediável, a dor do pensamento tão louco de saudades e teorias sobre o mundo que aproveita-se de lágrimas e amizades para se libertar. Um salve para todos os ouvintes e leitores que dedicam uma parte do seu tempo em prestar atenção (mesmo que pouco) no próximo, sendo cada um a penicilina que irá aliviar.
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